
Lá se vão 22 anos sem o craque Dener. Um jogador genial que se destacou na querida Lusa. Franzino, rápido e de dribles desconcertantes, teve morte prematura. Certamente, o esporte bretão perdeu uma jóia que tinha tudo pra fazer história principalmente com a camisa da Seleção Brasileira. Os seus lances ficarão eternizados em nossas mentes e corações. De sorriso fácil, fazia a alegria dos apaixonados pelo futebol. A bola nos seus pés era sempre bem tratada, com maestria e charme…
Em 1982, aos onze anos, Dener entrou pela primeira vez no Estádio do Canindé para defender a equipe mirim da Portuguesa de Desportos. Quatro anos mais tarde, teve de abandonar o sonho de fazer carreira no futebol para ajudar a mãe com as despesas de casa.
Órfão de pai desde os oito anos, Dener e os irmãos tiveram de começar a trabalhar para ajudar no sustento da família. Ele estudava pela manhã, trabalhava à noite e jogava futebol de salão por cachê na Vila Mariana, pelo Colégio Bilac, com o qual foi campeão em torneios Intercolegiais, como a Copa Dan’up – Jovem Pan.




