A população de Ribeirão Preto vive dias de pânico. Segundo a Secretaria de Saúde daquela cidade, a superepidemia deste ano de dengue já deixa um saldo desesperador: 50 mil notificações, quase 30 mil casos confirmados e dez óbitos. A previsão das autoridades é que o total de casos, até dezembro, passe dos 60 mil.
Com isso, em Franca, até pela proximidade com Ribeirão, em que pese as diferenças climáticas, o clima é de total alerta: projeto aprovado na Câmara Municipal na quarta-feira prevê horas extras para agentes de combate à dengue e supervisores aos sábados- cada um receberá R$ 129 por dia trabalhado – e mantém campanhas constantes de alerta em outdoors pela cidade e no site oficial.
A própria população tem procurado colaborar, diminuindo a quantidade de criadouros do aedes aegypti, que além da dengue transmite a zika e a chicungunha – sendo que essas têm menor alcance em Franca. No ano passado, foram registrados 1,5 mil casos de dengue na cidade.
Outro dado alarmante vindo de Ribeirão Preto é que a Secretaria de Saúde divulgou ainda a terceira morte causada pela gripe suína (H1N1) e anunciou que há outros oito óbitos de pacientes que podem ter sido provocados pela doença e seguem em investigação.



