O diretor de novos negócios da CCR, Leonardo Vianna, afirmou que a não-participação da empresa na disputa pelas Rodovias do Centro-Oeste Paulista, lote de estradas que será concedido pelo governo do Estado de São Paulo e que liga os municípios de Florínea (na divisa com o Paraná) e Igarapava (na fronteira com Minas Gerais) se deve à inviabilidade econômico-financeira do projeto e à existência de riscos na modelagem adotada pelo poder concedente.
Em entrevista Vianna afirmou que as previsões de tráfego assumidas pelo governo diferem substancialmente das estimativas feitas pela CCR.
“Se você fizer uma projeção para o meio de 2018, que é quando inicia a cobrança de pedágio no lote, a diferença em relação ao estudo do governo é de mais de 10%, segundo nossos levantamentos”, disse o executivo.
Além da incompatibilidade da demanda, Vianna também afirmou que as premissas da CCR apontam para investimentos superiores às expectativas do governo. “Essas duas coisas, conjugadas, geraram a inviabilidade econômico-financeira”.




