A investigação foi levada a cabo
por uma equipe da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos, que
reuniu dados de 149 trabalhos científicos e analisou cinco recursos
terapêuticos que prometem enfrentar a depressão. “Existem poucas evidências de boa
qualidade para que possamos recomendar o uso dessas práticas contra a doença”,
já adianta o médico e líder da pesquisa Gary Asher.
Segundo o especialista, é prudente
ter cuidado antes de partir para essas saídas, inclusive pelo risco de
eventuais efeitos adversos. “O paciente deve conversar primeiro com seu médico e
informar sobre outras medidas que tenha tomado, até para não influenciar na
ação dos remédios ou nos resultados da psicoterapia”, ressalta o psiquiatra
Marcelo Allevato, da Associação Brasileira de Psiquiatria.
Tribunal da Ciência
Conheça as soluções analisadas:




