O clima seco e a baixa umidade do ar são características marcantes do inverno de alguns Estados brasileiros, tornando a síndrome do olho seco um problema ainda mais relevante para a população local.
De acordo com trabalhos recentes publicados na literatura internacional, a condição, pouco conhecida pela população, afeta 14% dos brasileiros, mas esse número pode ser ainda maior em regiões urbanas, como São Paulo, onde a prevalência atinge 24% dos jovens.
“Na nossa região, a umidade do ar pode chegar a níveis tão baixos quanto 16%, inferior até aos 17% registrados no Saara”, explica o presidente da Sociedade Goiana de Oftalmologia (SGO), Henrique Rocha. “Isso torna a incidência de olho seco ainda mais comum, especialmente nesta época do ano”, completa.
Sintomas e tratamentos




