As estatísticas cada vez mais alarmantes —segundo o Ministério da Saúde, um em cada quatro brasileiros é considerado obeso— impulsionam especialistas em pesquisas relacionadas à obesidade, seus efeitos e formas de prevenção.
Um dos estudos nesse sentido descobriu uma maneira de enganar o cérebro e fazer as pessoas comerem menos. O método pode ser importante inclusive entre os indivíduos que realizam a cirurgia bariátrica, já que, mesmo após o procedimento, é preciso aprender como controlar os comportamentos alimentares.
Tradicionalmente, o foco principal do comportamento alimentar é o hipotálamo, que produz uma variedade de neurotransmissores que controlam os hormônios envolvidos na alimentação.
O problema é que em um quadro de obesidade, as pessoas podem desenvolver resistência à leptina (hormônio da saciedade), por exemplo, bloqueando o efeito de remédios que estimulam a produção desse inibidor da fome.




