A intensa desfolha das lavouras tem preocupado os produtores de café do Brasil e deve ter reflexos consideráveis na produção da safra 2018/19, que é de bienalidade positiva e poderia, segundo analistas internacionais, chegar a um recorde de 60 milhões de sacas de 60 kg entre arábica e conilon.
No entanto, diante das condições climáticas atuais, esse volume poderá ser menor, segundo a Fundação Procafé.
“Essa desfolha é uma proteção natural das plantas que, pensando em diminuir a evapotranspiração, perde as folhas. Com essa condição, as plantas vão acabar tendo maior dificuldade para o pegamento das floradas e, consequentemente, impactos na produção do próximo ano”, afirma o engenheiro agrônomo da Fundação Procafé, em Franca (SP), Marcelo Jordão Filho.
O pesquisador salienta que já são quase 60 dias sem chuvas na região da Alta Mogiana.




