Para o manejo e controle de pragas e doenças de plantas, o acompanhamento por amostragens é uma ferramenta muito útil
O uso de índices de folhas infectadas, como base para o controle da ferrugem do cafeeiro, tem sido demonstrado ineficiente em diversos trabalhos de pesquisa e, por isso, não tem sido adotado, na prática, o monitoramento da doença visando à indicação dos tratamentos fungicidas.
Para o manejo e controle de pragas e doenças de plantas, o acompanhamento da sua evolução, através de amostragens, é uma ferramenta muito útil, para racionalizar o uso de defensivos, visando seu emprego apenas quando necessário, nas condições de evitar danos econômicos.
Na cultura de café tem sido usados índices de ataque para sinalizar o inicio de controle da broca dos frutos e para o bicho mineiro, embora, sempre, considerando as condições ambientais e a problemática de cada região e, ainda, as características dos produtos inseticidas utilizados.
Para as doenças do cafeeiro, em especial para a ferrugem, foram feitas diversas tentativas de definição de índices iniciais de controle, baseados em percentagem de folhas infectadas e, ainda, foram estudadas alternativas de uso de variáveis climáticas, para sinalização do inicio de controle. No entanto, conforme já afirmado anteriormente, os estudos, até o momento, não mostraram resultados positivos.




