Depois de conviver, como diversos setores, com as dificuldades do primeiro semestre, a indústria nacional voltou a produzir brinquedos a todo vapor para a Semana das Crianças. “Estamos trabalhando com o número de 8% de crescimento para o ano”, sinaliza o presidente da Abrinq – Associação Brasileira dos Fabricantes de Brinquedos, Synésio Costa. “As famílias estiveram retraídas, mas desde o início de agosto as lojas voltaram a receber significativo fluxo de consumidores.”
De 2011 a 2018, o faturamento da indústria do brinquedo passou de R$ 3.460 bilhões para R$ 6.871 bilhões, uma fotografia de contínuo crescimento em oito anos. Mantidas as variáveis atuais, prevê Synésio Costa, o crescimento deste ano pode ficar entre 7% e 10%.
De acordo com a estatística anual da Abrinq, a sazonalidade das vendas ao longo de 2018 permaneceu semelhante aos anos anteriores, concentradas nos meses de agosto, setembro e novembro.
O número de empregos diretos e indiretos no ano teve aumento de 161 postos de trabalho, destacando-se o aumento das vagas com carteira assinada e a ligeira diminuição das terceirizadas.




