Primeira celebração do Dia de Finados aconteceu há mais de mil anos – foto Freepik
“Num dia, há vida. Um homem (…) segue de um dia para o outro, cuidando das suas coisas, sonhando apenas com a vida que se estende à sua frente. E então, de repente, acontece que há morte.”
O trecho do livro “A invenção da solidão”, do escritor americano Paul Auster, sintetiza o absurdo da morte e fala sobre “o inesperado da coisa” e como “não dá nenhuma chance para a mente procurar uma palavra capaz de consolar”.
Desde tempos remotos, a solução para lidar com esse absurdo foram os rituais de despedida, que ajudam a superar a perda.




