A demora para se conseguir a patente de um produto novo no Brasil é uma espécie de tiro no pé. Inventores e empresas ficam paralisados. Em alguns casos, numa espera que passa de dez, doze anos, enquanto o país deixa de gerar riquezas e empregos.
O inventor poderia produzir o equipamento ou vender a ideia para alguém. Mas fica à espera da patente por anos.
O empresário Roberto Cavalcante, aguarda há quatro anos pelo documento após ter desenvolvido um sistema de combate a incêndios diferenciado, com maior alcance e potência. “O receio é que outras pessoas venham copiar esse modelo. E aí todo o trabalho que foi feito de pesquisa, de procura de inteligência, vai pro brejo”, conta.
Uma empresa de elevadores desenvolveu um sistema que dá acesso ao morador ou visitante mediante a um processo de verificação de segurança. A patente foi protocolada há 8 anos. Nesse tempo a tecnologia que começou com um chaveiro que gera um código de segurança, já está na quinta geração: o reconhecimento facial.




