Representantes do basquete brasileiro pediram socorro financeiro à modalidade em audiência pública sobre patrocínio estatal realizada nesta quarta-feira (6) pela Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados.
Com gestão temerária e crises técnica e financeira, um dos esportes mais populares do País chegou até a ser suspenso da Federação Internacional de Basquete, em 2016. No cargo desde março de 2017, a nova direção da Confederação Brasileira de Basketball (CBB) tem o apoio dos principais ídolos do esporte, mas ainda não conseguiu um patrocinador master para financiar a retomada efetiva da modalidade.
“Temos um passivo de R$ 46 milhões. Ontem, o telefone foi cortado. Outro dia, veio um arresto de impressora. Nossa dificuldade é diária, mas estamos fazendo o basquete assim mesmo”, informou o atual diretor de operações da CBB, Ricardo Trade, ao relatar a situação dramática deixada pela administração anterior.
Em tom de desabafo e diante de diretores de marketing de várias estatais, o maior ídolo do basquete nacional, Oscar Schmidt, queixou-se do abandono do esporte.




