O semblante é de alívio. A situação ainda é difícil, poucas receitas e sem um patrocinador robusto, mas o presidente da CBB (Confederação Brasileira de Basquete), Guy Peixoto, tem motivo para comemorar.
Ele enxugou gastos, resolveu pendências na Justiça e viu a dívida cair de R$ 40 milhões para R$ 10 milhões após um ano e meio de gestão – foi eleito em março de 2017.
Em março, o senhor confirmou R$ 40 milhões de dívida. Hoje, qual o tamanho dela?
As notícias são boas. A dívida que recebemos de R$ 40 milhões já está em R$ 10 milhões e ainda estamos negociando com credores. Foi um pulo absurdo que conseguimos dar em um ano e meio de gestão. Estou muito mais tranquilo. Peguei uma empresa quebrada e começamos um processo de enxugá-la. Vou dar um exemplo: tínhamos uma folha de pagamento de quase R$ 300 mil, com 30 funcionários. Hoje temos uma folha de quase R$ 60 mil e 12 funcionários, que, com certeza, são muito mais competentes do que tínhamos antigamente. Tinha também toda uma verba de presidência que atualmente é revertida para o desenvolvimento do basquete. Eu continuo bancando as minhas despesas.




