
Uma ficha policial de dezembro de 1973 pode dar um ponto final à suspeita de que Raul Seixas teria delatado o então parceiro musical e hoje escritor de fama mundial Paulo Coelho para os órgãos de repressão da ditadura militar.
De acordo com o apurado pelo jornal Folha de S. Paulo, diferente do que o jornalista e crítico musical Jotabê Medeiros afirma na biografia de Raul, lançada no ano passado, Não Diga que a Canção Está Perdida, o cantor não traiu seu amigo.
Ao que tudo indica, Paulo Coelho Souza (o nome completo do escritor) foi confundido com Paulo Coelho Pinheiro, um militante do extinto Partido Comunista Brasileiro Revolucionário, o PCBR, que, além de ter cursado direito como seu quase homônimo, também possuía características físicas semelhantes.




