
Milhões de mulheres em todo o mundo sofrem com a dor crônica.
Segundo a IASP – International Association for the Study of Pain – esta patologia afeta mais mulheres do que homens, no entanto, muitas continuam sem receber o tratamento adequado.
Isto se deve a fatores psicossociais e biológicos, a barreiras econômicas e políticas ainda existentes em vários países, que influenciam a forma como a dor é percebida.




