Durante os meses mais quentes do ano, muitos pacientes relatam aumento na frequência e na intensidade das dores de cabeça.
Segundo a neurologista Vanessa Loyola de O. Marim, do Grupo Kora Saúde, esse comportamento já foi identificado em diversos estudos populacionais que mostram maior incidência de cefaleias em períodos de calor extremo e de variações bruscas de temperatura, especialmente entre pessoas predispostas.
A especialista reforça que o aumento das queixas durante o verão tem origem multifatorial. A vasodilatação provocada pelo calor é um dos mecanismos fisiológicos envolvidos, mas está longe de ser o único.
A combinação de desidratação, perda excessiva de líquidos pelo suor e exposição a poluentes cria um cenário especialmente favorável às crises.




