Por décadas, dormir mal foi tratado como efeito colateral da vida moderna. Hoje, começa a ser entendido como um problema estrutural, com impactos diretos sobre saúde, produtividade e custos econômicos.
O corpo humano não foi projetado para funcionar em estado permanente de alerta; ainda assim, isso passou a ser o padrão.
Dados recentes no Brasil mostram que cerca de 70% a 72% da população apresenta algum tipo de distúrbio do sono em 2025, com aproximadamente 20,2% dos brasileiros nas capitais dormindo menos de seis horas por noite.
31,7% das pessoas apresentam sintomas de insônia, segundo o Vigitel, relatórios do Ministério da Saúde e da Associação Brasileira do Sono.




