A chegada do Pix, sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, deu um “upgrade” em um golpe já antigo na praça.
O roteiro é o mesmo: os criminosos invadem a conta de um número de WhatsApp e se fazem passar pela vítima, enganando seus contatos e pedindo dinheiro para pagar uma dívida.
“Minha conta excedeu o limite diário de transferência. Amanhã cedo eu te devolvo”, é o discurso de praxe.
O golpe, que é uma extensão dos crimes já feitos com transferências por TED e DOC, agora conta com a instantaneidade e fluidez do Pix. As informações são da repórter Isabela Bolzani, da Folhapress.




