Instituições sem fins lucrativos com mais de um ano de existência e pessoas físicas acima de 18 anos que tenham um projeto social com foco na educação de crianças e jovens devem ficar atentas a agenda do Instituto MRV. Isso porque, a organização sem fins lucrativos fundada pela MRV Engenharia abriu as inscrições do Educar para Transformar – 5ª Chamada Pública de Projetos. Entre os dias 8 e 31 de outubro os interessados podem se inscrever por meio do site www.institutomrv.com.br.
Podem se inscrever projetos nas cidades em que a MRV possui empreendimentos lançados ou em construção. Os projetos devem trabalhar a educação como geradora de transformação social, contemplando o Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 4. Além disso, os projetos devem estar relacionados a um ou mais ODS, e desenvolver suas atividades de forma que, comprovadamente, contribuam, impactem e potencializem os resultados da Agenda 2030 da ONU.
A avaliação dos projetos acontecerá de 5 a 30 de novembro e será realizada por uma comissão que levará em conta critérios como a realidade da comunidade, áreas de atuação do programa, potencial inovador, entre outras características. As iniciativas selecionadas serão disponibilizadas para votação popular a partir do dia 10 de dezembro indo até o dia 14 do mesmo mês. Os seis projetos mais votados pelo público serão apresentados no dia 19 de dezembro e cada um deles receberá um aporte de R$ 80 mil. A partir de janeiro de 2019 os projetos vendedores serão acompanhados e receberão o apoio do Instituto MRV, com a realização de treinamento e encontros frequentes para a troca de conhecimento e a verificação do desenvolvimento do projeto.
Para o diretor do Instituto MRV, Raphael Lafetá, o Educar para Transformar fomenta boas ideias de projetos sociais e potencializa ainda mais as atividades do Instituto MRV. “Nesses quatro anos que realizamos a chamada publica já contribuímos para o desenvolvimento de 20 projetos em todo o país. A companhia acredita na transformação social por meio da educação, por isso investe para tornar perene os projetos que apoia nessa área”, conta Lafetá.




