Prefeito entra na disputa interna do Legislativo e, para não ser derrotado, tem que retroceder
Não é de hoje que o Poder Executivo mete o bedelho na eleição de presidente da Câmara Municipal. Embora os poderes sejam distintos, o cargo é fundamental para o andamento de projetos e interesses dos prefeitos.
E via de regra são fechados acordos, com a anuência dos prefeitos, para a escolha do presidente, da Mesa Diretora e das principais comissões – estas pelas famosas “colinhas”.
Em Franca, também funciona assim. No primeiro ano da atual legislatura, um acordo conduziu Claudinei da Rocha, por unanimidade, à Presidência.
A intenção, inicialmente, era de que no segundo ano outro vereador ocupasse o cargo. Mas Claudinei queria continuar. O problema é que deixou de contar com o apoio de Alexandre Ferreira, que decidiu, segundo os próprios vereadores, lançar Kaká. Os votos da base racharam.




