Quem tem cães ou gatos já viveu essa cena: em um momento de tristeza ou doença, o animal se aproxima, deita ao lado ou até tenta oferecer carinho. Mas afinal, será que os pets conseguem mesmo “sentir” nossas emoções ou apenas reagem a mudanças sutis no ambiente?
Cães e gatos convivem de forma tão próxima com seus tutores que aprenderam a identificar pistas sutis no comportamento humano. Eles prestam atenção na postura, no tom de voz e até em sinais químicos do corpo.
Isso porque estados emocionais alteram nosso cheiro e nossa forma de nos mover, algo facilmente captado pelo olfato e pela percepção aguçada dos pets.
Um estudo publicado no repositório científico PubMed Central mostra que cães conseguem diferenciar expressões faciais e reagem de forma distinta a rostos felizes, zangados ou tristes. Essa habilidade ajuda a explicar por que eles parecem “saber” quando algo está errado com o tutor.




