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Em assembleia, professores e funcionários da UNESP decidem manter greve

As paralisações serão mantidas até pelo menos o dia 16 de junho, quando ocorre duas assembléias

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Os funcionários e professores da Universidade Estadual Paulista (UNESP) de Franca estão em greve desde o fim de maio e decidiram em duas assembleias na quarta-feira, 8 de junho, manter as paralisações.

De acordo com o servidor técnico-administrativo, Gilvan Mendes de Souza, representante do Comando de Greve em Franca, as paralisações serão mantidas até pelo menos o dia 16 de junho. Esse foi o indicativo aprovado pela maioria dos servidores reunidos em duas assembleias.

“Os docentes decidiram no período da manhã e nós funcionários administrativos à tarde. E vamos participar de um evento em São Paulo, no próximo dia 15 de junho, em conjunto com as outras Universidades para sensibilizar os reitores a reabrirem as negociações”, disse Gilvan.

Segundo nota enviada pela Assessoria de Imprensa da UNESP ao Jornal da Franca, o Conselho de Reitores das Universidades Estaduais Paulistas (Cruesp), após reunião realizada em 30 de maio com o Fórum das Seis, que reúne representantes de servidores docentes e técnico-administrativos de USP, Unesp e Unicamp,  manteve a sua proposta de reajuste de 3% sobre o salário de maio. No caso da Unesp, a instituição se comprometeu a conceder esse reajuste assim que as sua condições orçamentárias e financeiras permitirem. Ficou acordado ainda o futuro agendamento de reuniões técnicas para acompanhar a situação financeira das universidades públicas paulistas.

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Após o evento da próxima quarta-feira, 15 de junho em São Paulo, duas novas assembleias aconteceram em Franca na quinta-feira, 16 de junho, para decidir o futuro das paralisações.

Cesar Colleti

O que acontece e como acontece em Franca e região