Quarenta bilhões de reais em espécie deixaram de circular no País de janeiro a outubro deste ano.
Trata-se de uma queda de 10,5% em relação ao final do ano passado, após um ano de Pix, o sistema de pagamento instantâneo do Banco Central que caiu no gosto do brasileiro.
Se essa dinheirama fosse enfileirada em notas de R$ 100, daria para dar uma volta e meia no mundo.
Com adesão em massa de famílias e de empresas, o Pix – que completa um ano na próxima terça-feira – já tem quase 350 milhões de chaves individuais cadastradas.




