De um lado da sala fica o bicho de pelúcia em tamanho real mais fofo que você já viu. Do outro lado está um cachorro de verdade — mesmo tamanho, forma e até mesmo o mesmo nome da versão de pelúcia.
Você pode se sentar ao lado desses dois amigos fofos e acariciar seus pelos. Adivinha qual deles vai fazer seu cérebro acender?
Se você adivinhou o cachorro real, você está certo. Bichos de pelúcia, por mais fofos e fofinhos que sejam, simplesmente não sobrecarregam nosso córtex frontal, a parte do cérebro que supervisiona como pensamos e sentimos, de acordo com um novo estudo publicado na revista “PLOS ONE”.
Estudo suíço




