
(Fernanda Brigatti – Folhapress) – Entidades do setor de saúde e do agronegócio paulista estão correndo contra o tempo para reverter o fim de isenções e o aumento de alíquotas de ICMS (Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços).
As mudanças integram o ajuste fiscal aprovado pelo governo em outubro e que classificou alíquotas inferiores a 18% como benefícios fiscais passíveis de revisão.
Na quarta, quatro entidades da saúde suplementar divulgaram carta ao governador João Doria (PSDB) na qual dizem que a elevação do imposto acarretará “imediato e inevitável aumento de preços”.




