Esse período de aumento contínuo da desigualdade é o maior período da série histórica brasileira documentada.
Nem mesmo em 1989, que constitui o nosso pico histórico de desigualdade brasileira, houve um movimento de concentração de renda por tantos períodos consecutivos.
O FGV Social também tem dados dos grupos da população que mais perderam com a crise (sexo, raça, idade, escolaridade, posição na família, região, etc).
A renda do trabalho da metade mais pobre da população caiu 18,1% em termos reais – já a renda dos 1% mais rico subiu 9,5% nesse período.




