Com apenas o mínimo legal de 30% dos servidores da saúde trabalhando, o funcionalismo cumpriu o que prometeu: desde esta manhã, uma paralisação geral é promovida nos serviços públicos municipais.
Escolas de Ensino Fundamental estão sem aulas, muitas UBSs não estão atendendo normalmente e somente os atendimentos emergenciais, como os prontos-socorros e UPAs, estão funcionando.
A caótica situação é resultado da falta de acerto entre os servidores públicos municipais e o prefeito Gilson de Souza (DEM). A proposta de Gilson ficou muito aquém do pedido do funcionalismo, que é formado por cerca de 4,7 pessoas, e a paralisação geral de hoje foi anunciada e organizada pelo sindicato da categoria.
E a situação desta quinta-feira pode ser somente uma prévia do caos verdadeiro. Se não houver uma nova proposta e o aceite dos servidores até a assembleia que está marcada para a próxima terça-feira, será decretada greve geral, com prejuízos certamente imensos para os francanos – e para a imagem política de Gilson.




