Com uma avalanche de memes, vídeos, áudios, correntes e notícias falsas, parte distribuída através de robôs, o WhatsApp foi um dos protagonistas das eleições brasileiras de 2018.
Um ano antes do pleito que definirá o presidente da República, especialistas em segurança da informação apontam que um concorrente deve assumir a posição de “vilão” digital da próxima campanha: o Telegram.
Com uma filosofia de moderação mínima, a ferramenta é considerada um terreno mais fértil para campanhas de desinformação e discurso de ódio por esses especialistas.
Ao contrário do WhatsApp, que limita grupos a 256 membros e restringe o leque de mensagens replicadas muitas vezes, o Telegram permite grupos com 200.000 pessoas e compartilhamento irrestrito.




