
As campanhas de vacinação contra o coronavírus deverão começar no Brasil em meados de janeiro e será fundamental engajar a população para conseguir o máximo de adesão.
Ao mesmo tempo,é importante compreender, frisam especialistas ouvidos pela reportagem do jornal “Extra”, que as pessoas imunizadas não poderão voltar à vida normal logo de cara.
“A vacina não é um alvará de soltura nem um atestado de libertação completo”, afirma a pneumologista Margareth Dalcolmo, pesquisadora da Fiocruz




