
“Aqui, ninguém é insubstituível”, dizia Roberto Marinho. Quase 20 anos após a morte de seu fundador, a Globo transforma o lema em regra. A maior emissora do País acabou com a dependência de grandes nomes do entretenimento e do jornalismo.
Abriu mão de seu principal galã veterano (Antônio Fagundes), de uma atriz consagrada (Vera Fischer), de um autor de novelas de sucesso (Aguinaldo Silva) e de um apresentador icônico de programas de auditório (Fausto Silva), entre tantos outros exemplos.
Segundo notícia do portal Terra, os contratos não foram renovados por questão financeira. Quem ganhava os maiores salários foi simplesmente dispensado ou recebeu proposta de redução drástica, até 80% do valor mensal. Muitos não aceitaram. Foram em busca de oportunidades mais rentáveis na concorrência, especialmente em plataformas de streaming.




