
Uma nova pesquisa apontou a para a ação de uma droga antiviral experimental em acelerar a recuperação de pacientes não hospitalizados com Covid-19 e potencialmente diminuir a infecção comunitária, por cortar a transmissão dos contaminados para seus contatos.
Em um momento em que a vacinação já começou em mais de 70 países, mas ainda com atrasos e lacunas na disponibilidade de doses, o tratamento pode ter vantagem em diminuir a necessidade de atendimento hospitalar e, consequentemente, diminuir a carga dos sistemas de saúde. As informações são da repórter Ana Bottallo, da Folhapress.
A droga, chamada peginterferon-lambda, é feita a partir de uma proteína produzida pelo corpo diante de uma infecção viral, da mesma classe que os interferons. A função dessa enzima é ativar alguns mecanismos celulares responsáveis por matar o vírus, que agem impedindo a replicação viral.




