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Exportações de calçados aos EUA preocupam; importações da Ásia seguem a todo vapor

A China é o principal vendedor de calçados para o Brasil, com 7,6 milhões de pares no primeiro semestre

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Cargo container for overseas shipping in shipyard with heavy machine . Logistics supply chain management and international goods export concept .

Se por um lado, o setor calçadista francano e brasileiro está satisfeito com as exportações, mas preocupado por conta da taxa de 50% que os Estados Unidos podem implantar a partir do mês que vem, por outro segue de olhos abertos quanto às importações de calçados.

No acumulado do primeiro semestre, as importações de calçados somaram 22,36 milhões de pares e US$ 271,84 milhões, aumentos tanto em volume (+19,4%) quanto em receita (+21,3%) em relação ao mesmo intervalo de 2024, ou seja, sobre uma base já elevada. No ano passado, as importações cresceram mais de 26% (em pares).

As principais origens das importações do primeiro semestre de 2025 foram a China (7,6 milhões de pares e US$ 23,4 milhões, incrementos de 6,6% e de 4%, respectivamente, ante o mesmo ínterim do ano passado); o Vietnã (6,5 milhões de pares e US$ 127,8 milhões, incrementos de 12% e de 20%); e Indonésia (4,3 milhões de pares e US$ 67,93 milhões, aumentos de 73% e de 58,5%).

Em partes – cabedais, saltos, solados, palmilhas etc – as importações do semestre também cresceram, somando o equivalente a US$ 22,17 milhões no semestre, 34,2% mais do que no mesmo intervalo de 2024. As principais origens foram a China, o Paraguai e o Vietnã.

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