
O cenário desenhado no início de 2015, com uma crise política iminente e uma econômica que sofria com a queda na demanda interna e com os solavancos proporcionados por uma crise macroeconômica puxada pela China era terrível.
“O ano, certamente, não foi bom, mas poderia ter sido muito pior”, avalia o presidente-executivo da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein.
Segundo o dirigente, mesmo a queda no varejo de calçados, que deve ficar próximo de 8% no ano, e a produção do setor despencando durante todo o ano, devendo fechar o período com queda de 7%, poderiam ter sido maiores, “não fosse pela expertise da indústria calçadista no embate com as crises”.




