Depois de acumular quedas consecutivas, a indústria calçadista investe em insumos nacionais e aposta na abertura de mercados externos para voltar a crescer. A expectativa é que os resultados positivos apareçam, lentamente, a partir do segundo semestre.
A diversificação do setor de artigos de couro e calçados, com empresas de variados portes e segmentos, deverá contribuir para melhorar os negócios, avalia o presidente da Associação Brasileira das Indústrias de Calçados (Abicalçados), Heitor Klein. “Há oportunidades para todos”.
Segundo ele, apesar do potencial do produto brasileiro, o mercado sentirá uma melhora apenas em meados do segundo semestre de 2017. “Não haverá uma reversão forte, mas teremos uma recuperação gradual”, aposta.
A consultoria IMEI projeta crescimento de 3,3% na produção de calçados em 2017 ante o ano passado, para 808,41 milhões de pares. Em 2016 as calçadistas atingiram 782,59 milhões de pares, queda de 3,5% sobre um ano antes, estima a consultoria.




