Metade dos cargos de secretário municipal permanece, até agora, quase duas semanas após a aprovação do projeto de criação de cargos comissionados, sem um comandante.
A demora destoa do discurso do governo antes da aprovação do projeto pela Câmara Municipal, de que, sem os comissionados, o governo ficaria estagnado.
A demora acontece por duas razões: pela dificuldade do governo em atrair nomes interessantes e os critérios de escolhas determinados pelo governo, não só técnicos, mas sobretudo políticos.
Com algumas exceções, como Rodolfo de Moraes, que é médico, Neide Lopes, já tarimbada na Secretaria de Finanças, e Rosaura Zúcollo, de Obras e Serviços, os secretários já nomeados até aqui comprovam essa tese.




