Órgãos centenários,
as Juntas Comerciais têm ampliado suas funções para além de responsáveis
diretas pelo registro empresarial no Brasil. O grande desafio é tornar o
processo de abertura, alteração e baixa de empresas mais simples e moderno.
E num país com diferentes realidades como o nosso,
isso demanda ainda mais esforço. Por isso, a Federação Nacional de Juntas
Comerciais (Fenaju) tem concentrado os debates e discussões envolvendo órgãos
de registro e licenciamento, além de entidades do setor produtivo.
E há boas notícias: O Brasil saiu de 125º para 109º
no ranking global de ambiente de negócios do Banco Mundial. A lista conta com
190 países classificados de acordo com a facilidade para abrir negócios e
analisa quesitos como a simplificação na abertura de empresas. Foi neste
critério que o Brasil mais se destacou, deixando a 176ª colocação para ocupar a
posição de número 140.
A Fenaju atribui esses resultados aos esforços
feitos nos últimos anos. Atualmente, as Juntas Comerciais têm contato direto
com órgãos como o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC),
o Departamento de Registro Empresarial e Integração (DREI) e a Secretaria
Especial da Micro e Pequena Empresa (SEMPE).




