As filas nas portas das Unidades Básicas de Saúde de Franca continuam atormentando os usuários da rede municipal de atendimento, compreendida por 14 UBSs.
Muitos pacientes, na maioria destas unidades, são obrigados a chegar por volta das seis horas da manhã para tentar um “encaixe” com clínico geral para o mesmo dia. Muitas vezes, isso não é possível e a rotina tem que ser repetida no dia seguinte.
E os que conseguem consulta, muitas vezes, têm o atendimento como um paliativo para seus problemas de saúde. Isso porque faltam especialistas nas UBSs para atendimentos direcionados.
O caso mais preocupante, atualmente, é a falta de ginecologistas nas UBSs em mais da metade das unidades. Caso seja constatada a necessidade de atendimento especializado neste segmento, o encaminhamento da mulher, para atendimento por médico do NGA, pode demorar meses.




