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Fim da 3ª casa decimal nas bombas: veja a influência no preço final dos combustíveis

Alteração não afeta bolso dos consumidores e, em alguns casos, pode gerar pequeno recuo na cobrança. Regra é obrigatória a partir deste sábado (07).

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Postos de combustíveis de todo o país terão que se adaptar à nova portaria da ANP a partir deste sábado, 07

A partir desse sábado (07), os postos de combustíveis de todo o país terão que se adaptar à nova portaria da Agência Nacional de Petróleo (ANP) e alterar o anúncio dos valores de três para duas casas decimais.

A nova regra não impacta financeiramente no bolso dos consumidores, mas precisa ser respeitada pelos revendedores porque é obrigatória. Caso ela não seja cumprida, o dono do local está sujeito a multa.

A decisão, de acordo com a ANP, visa deixar o preço do combustível mais preciso e claro para o consumidor, além de estar alinhado com a expressão numérica da moeda brasileira.

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Na prática

Segundo o portal G1, a mudança vale para gasolina, etanol e GNV. Em alguns modelos de bomba, o terceiro número depois da vírgula vai continuar aparecendo, mas o número deverá ser zero e ficar travado no momento do abastecimento.

A conta final terá uma diferença, mas mínima. A exemplo de um posto que vende o etanol por R$ 4,899, um motorista que consome 50 litros por semana, na forma antiga gastaria R$ 244,95.

No novo formato, com o valor apenas em duas casas após a vírgula, a R$ 4,89, o motorista pagará R$ 244,50, o que representa uma redução de R$ 0,45 para um tanque de 50 litros em uma semana. Em um ano, isso representaria uma economia de R$ 21,60.

Razão

Há nove anos que a exibição dos preços com três casas decimais é obrigatória. Foi a própria ANP que, no passado, entendeu que deveria ser assim. A razão era que a compra feita pelos postos é por metro cúbico, e a venda para os consumidores é por litro.

Para evitar que os revendedores arredondassem para cima o preço do litro, optou-se pela obrigatoriedade das três casas decimais.