A clássica imagem do “vírus” de computador que corrompe máquinas através de falhas de sistema ficou no passado. A nova fronteira do cibercrime trocou a força bruta técnica pela manipulação da mente humana.
Impulsionados pela Inteligência Artificial (IA), os ataques cibernéticos atuais operam com mensagens de texto irretocáveis, clones de voz hiper-realistas e robôs capazes de conduzir fraudes de ponta a ponta, sem intervenção humana.
Essa visão é fortemente embasada pelo Data Breach Investigations Report (DBIR) 2025, da Verizon, que aponta que cerca de 60% das violações de dados bem-sucedidas no mundo envolvem o elemento humano, seja por meio de armadilhas de engenharia social, seja por falhas como erro ou negligência.
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