O fim da isenção fiscal de ICMS a medicamentos oncológicos em São Paulo pode resultar em aumento de ao menos 18% no preço final dos produtos, diz o Grupo Farma Brasil, que reúne grandes empresas da indústria farmacêutica.
O valor corresponde exatamente aos 18% de subsídio a serem recolhidos pelo estado a partir de 15 de janeiro. As informações são da repórter Paula Soprana, da Folhapress.
O setor alega que o repasse direto ao consumidor será inevitável diante da desvalorização do real em 2020 e da alta nos preços das matérias-primas, encarecidas pela pandemia. Os insumos da indústria vêm da China e da Índia.
Segundo a associação, o fim do benefício também deve vai gerar impacto negativo nos tratamentos oferecidos no SUS, já São Paulo é o principal produtor e fornecedor de medicamentos para câncer.




