Gastos são estimados para um mandato em utilização de sulfite e despesas com pagamento de empresa gestora de impressoras
O projeto aprovado na Câmara nesta terça-feira que prevê o fim da utilização de processos físicos, o Câmara sem Papel, pode gerar uma economia de até R$ 200 mil aos cofres públicos, relativos ao orçamento do Poder Legislativo.
A estimativa parte da redução de investimentos com a compra e utilização de papel sulfite e pagamento de empresa terceirizada que faz a gestão das impressoras da Câmara.
A empresa recebe por impressão, ou seja, quanto mais papel, mais despesas. Já o sulfite é comprado diretamente pela Câmara.




