A saga tributaria em Franca faz com que a principal fonte de renda mensal da Prefeitura, o ICMS – Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços – praticamente se equipare à principal receita própria – o Imposto Predial e Territorial Urbano.
Neste ano, no acumulado de janeiro a julho, o ICMS esteve um pouco acima do IPTU (R$ 65,2 milhões contra R$ 62.5 milhões).
O ICMS arrecadou, em sete meses, exatos R$ 65.223.754,91 (sessenta e cinco milhões, duzentos e vinte e três mil, setecentos e cinqüenta e quatro reais e noventa e um centavos), enquanto o IPTU puxou para os cofres municipais um total de R$ 62.502.020,15 (sessenta e dois milhões, quinhentos e dois mil, vinte reais e quinze centavos).

Em julho
No mês de julho, porém, o ICMS foi mais que o dobro do IPTU: R$ 9,1 milhões x R$ 4.4 milhões.
No mês passado, as três principais receitas de Franca ficaram assim distribuídas: ICMS – R$ 9.183.450,83; ISSQN – R$ 5.421.077,86 e IPTU – R$ 4.489.724,63.
A cidade arrecadou em julho R$ 23.908.252,77 e o acumulado no ano atingiu, em sete meses, R$ 220.636.764,43. O déficit da cidade, no mesmo período, atingiu R$ 10 milhões, como mostro reportagem publicada ontem por este Jornal da Franca.



