Guilherme Oranges é diretor comercial de um frigorífico em Sertãozinho que atualmente dedica 35% de sua produção de carnes para o exterior, com destaque para países como Rússia, Chile, Arábia Saudita, além da União Europeia.
Mas a projeção é ampliar essa margem para 50% depois que a empresa, entre outras 24 de todo o país, conseguiu uma autorização para comercializar com a China. “É um trabalho que começou em 2014 com o departamento do controle de qualidade preparando todos os documentos para enviar para a China. Os chineses fizeram uma análise da nossa documentação e marcaram uma visita para o Brasil só em 2018. Eles vieram para cá em novembro do ano passado, e só hoje em setembro que saiu a habilitação”, afirma Oranges.
Com as 25 agora listadas pelo governo chinês, 89 plantas industriais do Brasil estão habilitadas. Na região também há frigoríficos de Barretos, Cravinhos, Nuporanga e Jeriquara na lista chinesa.
Maior parceria comercial do agronegócio brasileiro, a China comprou, de janeiro a julho deste ano, US$ 1,75 bilhão em carnes.




