Depois que o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) anunciou a suspensão da venda de 33 marcas de azeites de oliva por causa de adulterações no produto, o consumidor passou a ficar mais atento na hora de escolher a marca para comprar.
Segundo o órgão do governo, a maioria das irregularidades identificadas nos azeites falsos se referem a mistura do azeite de oliva com óleo de soja ou outros óleos de origem desconhecida.
O Instituto Brasileiro de Olivicultura (Ibraoliva) pesquisou os lotes irregulares apurados pelo governo.
Sua pesquisa mostrou que 80% das empresas autuadas ficam localizadas no Paraná ou Minas Gerais – sendo Minas o segundo estado com mais produtoras de azeite de oliva cadastradas e atestadas no Brasil.




