Um problema financeiro em plena proximidade das festas de final de ano preocupa algumas centenas de servidores do Estado de Minas em cidades mineiras da região de Franca, como Claraval, Ibiraci, Capetinga, Cássia, Pratápolis, Itaú de Minas, Passos, São Sebastião do Paraíso, Sacramento, Conquista, Delta, Delfinópolis, São João Batista do Glória, São José da Barra e São Tomás de Aquino, entre outras
Com uma das piores crises financeiras dos últimos 30 anos, segundo o governador de Minas Gerais, Fernando Pimentel (PT), o pagamento do 13º do funcionalismo público não foi anunciado.
Os trabalhadores ainda enfrentam parcelamento de salários e o estado tem dificuldades para pagar fornecedores.
Neste ano, houve ainda corte de gastos e em investimentos e uma reforma administrativa.
Estas medidas foram tomadas, de acordo com o governo, na tentativa de equilibrar as contas. Para 2017, o governo prevê uma melhora no orçamento, mas ainda com déficit.
Segundo a assessoria do governo, desde fevereiro deste ano os funcionários públicos com vencimento superior a R$ 3 mil recebem o salário em três datas.
A medida, de acordo com a assessoria, impacta 25% dos trabalhadores.
Conforme o executivo estadual, a arrecadação do estado até o 5º dia útil não tem sido suficiente para o pagamento integral dos salários em 2016. O governo garantiu que, apesar do parcelamento, todos os salários estão em dia.
Sobre o pagamento a fornecedores, a administração estadual informou que o atraso tem sido em média, de até 90 dias, com fornecedores de diversas áreas. Ainda conforme o executivo, a prioridade no pagamento tem sido para os fornecedores que atuam em áreas essenciais, como saúde, educação e defesa social.



