A Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público de São Paulo (Gaeco) informaram nesta terça-feira, 13, que ofereceram três denuncias à 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto, após o encerramento da primeira fase da Operação Sevandija, e com a apresentação do relatório nos autos do inquérito policial. As penas podem chegar a 75 anos de prisão.
As denúncias se referem à terceirização de mão-de-obra a órgãos públicos por meio da Coderp, a licitação e contrato entre o Daerp e a empresa contratada para renovação da rede de abastecimento de água, e o pagamento de honorários advocatícios decorrente de acordo entre o Sindicato dos Servidores Municipais e escritório de advocacia.
Foram denunciadas 31 pessoas pelo Ministério Público Estadual, entre elas os três ex-secretários municipais, Marco Antonio dos Santos, Ângelo Invernizzi e Layr Luchesi Jr, e os nove vereadores investigados, o presidente da Câmara Walter Gomes (PTB), Cícero Gomes (PMDB), Giló (PTB), Genivaldo Gomes (PSD), Samuel Zanferdini (PSD), Bebé (PSD), Maurílio Romano (PP), e Capela Novas (PPS).
Aos vereadores denunciados no caso das supostas compra de apoio parlamentar através da empresa Atmosphera, foram imputados crimes de organização criminosa, crimes licitatórios, peculato e corrupção ativa e passiva, cujas penas, somadas, podem chegar a 75 anos de reclusão.




