A bola sobe para Bauru e Franca nesta quinta-feira no início do Campeonato Paulista de Basquete Masculino. Por causa da pandemia do novo coronavírus, o torneio terá um formato diferente em relação aos anos anteriores e seguirá um protocolo elaborado pelas principais federações de esportes coletivos de São Paulo e aprovado pelo Comitê de Contingência da covid-19.
As equipes estão seguindo estas determinações, que vão do trajeto de casa para o clube, passando pelo material utilizado no treinos e jogos, desde o retorno das atividades, há mais ou menos um mês. Os jogadores e os membros da comissão técnica, além de outros profissionais que trabalhem nas equipes, foram submetidos aos testes da covid-19, que são repetidos periodicamente.
Aliás, este é um capítulo à parte do protocolo. A Federação Paulista de Basquete não deu qualquer subsídio para que os testes fossem realizados pelos clubes filiados. Muitos times estão pagando do próprio bolso. O custo é de R$ 160 por exame em média. A única obrigação exibida pela FPB é testar em caso de sintomas e informar sobre os casos positivos, afastando o infectado.
O Corinthians, por exemplo, investiu R$ 7 mil para testar duas vezes um total de 22 pessoas envolvidas com o time que inicia o Paulista neste sábado. E clube ainda tem profissionais trabalhando em home office, o que minimizou os custos. Algumas equipes, como Osasco, rival corintiano na estreia, conseguiu fechar uma parceria com um laboratório da capital para testagem periódica e, por isso, fez três baterias de testes antes do início do campeonato e promete repeti-los sempre antes dos jogos. O São Paulo também fez os exames em uma parceria com o Hospital São Paulo.




