Os vereadores Della Motta (Podemos), Kaká (PSDB), Marco Garcia (PPS) e Adermis Marini (PSDB) representaram contra o prefeito Gilson de Souza (DEM) no Ministério Público de Franca denunciando eventual improbidade administrativa que teria sido cometida pelo prefeito.
A fundamentação da denúncia dos quatro vereadores são as declarações do ex-secretário de Administração do município e juiz de Direito aposentado, Alberto Cordero Donha, que de há um “desmantelamento da Prefeitura de Franca”.
As declarações de Donha se tornaram públicas no dia 15 de janeiro, quando ele deixou o cargo de secretário que ocupava desde janeiro de 2017. “As denúncia realizadas pelo ex-secretário são graves e levantam a possível utilização da máquina pública para satisfazer interesses particulares, pois estaria desestruturando o quadro de servidores com a nomeação de pessoas incapacitadas, formalmente lotadas no gabinete (de Gilson), mas atuando em locais incertos e aleatórios”, diz a representação dos vereadores.
Os edis afirmam que há uma discrepância nas nomeações e que as mesmas não atendem a interesses da população e sim da própria administração. “Não são pessoas altamente gabaritadas. Algumas inclusive possuem apenas o primário, de forma que leva-se a crer que os cargos foram criados apenas para servir de cabide de emprego”.




