Apesar da repercussão negativa sobre o seu governo, o prefeito Gilson de Souza (DEM) manteve nos quadros de servidores comissionados, que exercem cargos de confiança, de livre exoneração e nomeação por Gilson, o funcionário acusado de preferir ameaças a dois vereadores.
A situação ocorreu quando o comissionado divulgou áudio em um grupo de WhatsApp composto por apoiadores de Gilson dizendo que “acabaria com a vida” dos vereadores Adermis Marini (PSDB) e Marco Garcia (PPS).
Os vereadores, indignados com a postura do comissionado, fizeram boletim de ocorrência para que a Polícia Civil apure a eventual ameaça. Até mesmo vereadores da base governista ficaram indignados com a fala do funcionário, que estava lotado no gabinete de Gilson.
O prefeito chegou a remanejar o servidor para o núcleo de formação de atletas e iniciação esportiva, mas houve pressão em razão da proximidade com os jovens e crianças de um servidor que responde a um inquérito por ameaça. Ele, então, foi remanejado, segundo fontes próximas a Gilson, para o parque de exposições.




