O prefeito de Franca, Gilson de Souza (DEM) ainda não deu um perfil ao seu governo, claro, além do fato político de ter se preocupado no aconchego dos vários aliados políticos, inclusive de seu tempo de Deputado, em cargos comissionados e de confiança de sua administração.
Para um político que fez sua base – tanto como vereador e deputado – eleito com o voto das classes B,C e D do eleitorado francano, se torna meio incompreensível sua incoerência quando se trata das prioridades que estabelece com o dinheiro público.
Afora ter comprometido a Receita da Prefeitura com um número exagerado de comissionados, que elevaram a Folha de Pessoal acima do limite prudencial estabelecido pela LRF – Lei de Responsabilidade Fiscal -, segundo sucessivos alertas já emitidos pelo TCE – Tribunal de Contas do Estado, o prefeito peca na estratégia de atender as demandas mais comezinhas da sociedade.
Um exemplo? Nos últimos dois anos de sua administração, o ex-prefeito Alexandre Ferreira (então PSDB), foi sovado pela sociedade e parte da imprensa por ter partilhado os gastos do dinheiro público com iluminação decorativa natalina, com a ACIF – Associação de Comércio e Indústria de Franca.




